terça-feira, 5 de abril de 2016

Gregório em Lisboa

Após o sucesso da peça Um Solo Para Gregório, no Instituto Camões, em Lisboa, o diretor baiano João Sanches entregou quatro livros à biblioteca do prestigiado centro cultural. Entre eles, Senhora Dona Bahia – Poesia Satírica de Gregório de Matos; e Dois de Julho: A Carta de Alforria, ambos da dramaturga Cleise Mendes, da Academia de Letras da Bahia. “É impressionante que o governo brasileiro e mesmo as instituições promotoras de nossa literatura não tenham ainda formalizado um gesto como esse”, diz, ressaltando que o IC é “uma das mais importantes entidades de cooperação e difusão da língua portuguesa no mundo”.
O encontro entre Paula Saraiva, do Instituto Camões, e o diretor João Sanches, em Lisboa: livros baianos (Foto: Divulgação)
O encontro entre Paula Saraiva, do Instituto Camões, e o diretor João Sanches, em Lisboa: livros baianos (Foto: Divulgação)
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Perfil & Opinião com Cleise Mendes

Descrição

O Perfil & Opinião conversa com Cleise Mendes. Amante da literatura, a dramaturga bate um papo com Denny Fingergut sobre a sua carreira, desde a iniciação no teatro, sua primeira produção e o seu momento atual.
URL:

domingo, 4 de janeiro de 2015



REPERTÓRIO: Teatro & Dança - Ano 17 - Número 23 - 2014.2

http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revteatro


Apresentação

Cleise Mendes
Raimundo Matos de Leão


Em seu número 23, a Revista Repertório Teatro & Dança traz para o proscênio alguns diálogos entre Dramaturgia e História, reunindo textos que partem de diversas perspectivas e que demonstram a multifacetada produção no interior das instituições de ensino superior voltadas para o estudo das Artes Cênicas. Seguindo as estratégias dos números anteriores, o tema em destaque apresenta-se como condutor da presente edição, possibilitando a conexão entre pesquisas limítrofes que convergem para a área de conhecimento à qual se destina o periódico. Dramaturgia e História são domínios que se entrelaçam e se realimentam no campo do fazer artístico e da reflexão teórico-crítica, não só porque os processos criativos estão imersos na historicidade, nas coordenadas de tempo e espaço que regem o contato palco-plateia, mas também porque o trabalho de dramaturgos e encenadores reelabora constantemente essas referências históricas, sob o crivo de subjetividades compartilhadas.
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